O mês seguinte ao desembolso.
Originar é o começo. O que decide a rentabilidade de uma carteira é o ciclo que se repete todo mês: emitir a cobrança no meio contratado, ler o que voltou, separar o que foi liquidado do que falhou por causa alheia ao cliente, e recuperar o que sobrou sem queimar a relação. Esse ciclo é o mesmo para qualquer linha de crédito — muda o meio de recebimento, não a lógica.
A tecnologia está resolvida. O que separa as operações é o algoritmo.
A capacidade técnica vem pronta: emissão de cobrança, liquidação e baixa por API, operadas por instituição de pagamento parceira e já integradas à nossa esteira. Isso é trilho — e trilho todo mundo compra. A diferença de resultado está em como o trilho é parametrizado e em quais regras decidem o destino de cada parcela que volta.
Infraestrutura
APIs de cobrança, liquidação e baixa já integradas e homologadas com a instituição de pagamento parceira. Você não negocia contrato nem faz integração com ninguém.
Parametrização
Calendário de vencimento, meio de cobrança, layout de arquivo, prazo de retorno e política de encargos configuráveis por produto, por carteira e por fonte de pagamento — sem desenvolvimento.
Motor de regras
O que fazer com uma parcela liquidada parcialmente, com uma falha na fonte de pagamento ou com uma reapresentação é decisão de negócio. É aqui que a carteira ganha ou perde dinheiro.
Agnóstico de produto e de forma de liquidação.
O mesmo motor opera qualquer combinação abaixo — inclusive mais de uma na mesma carteira, com fallback entre elas.
Boleto e PIX
Cobrança registrada, PIX com QR dinâmico e conciliação automática por identificador único da parcela.
Débito em conta
Remessa e retorno de débito automático, com reapresentação parametrizada em caso de saldo insuficiente.
Desconto em folha
Averbação, remessa e leitura do arquivo de retorno da fonte pagadora, para operações consignadas.
Cartão
Fatura, corte parametrizado, pagamento mínimo e encargos rotativos quando o produto prevê.
Retenção de recebíveis
Amortização por fluxo — recebíveis de vendas, contratos ou repasses direcionados à liquidação da operação.
Combinações e fallback
Meio principal com alternativa automática: falhou o desconto ou o débito, a cobrança migra para PIX ou boleto sem intervenção manual.
Quem faz o quê nessa etapa
A concessão, a formalização e a titularidade do crédito são da Conlife SCD, instituição financeira autorizada pelo Banco Central do Brasil. A emissão das cobranças, a liquidação e a movimentação dos recursos são executadas por instituição de pagamento parceira, autorizada para essa atividade e integrada à nossa esteira. A conciliação, o motor de regras e a prestação de contas são nossos.
Do vencimento ao encargo, em oito etapas.
Executadas automaticamente, com parametrização por carteira e trilha de evidências em cada passo.
Fechamento
Apuração do que vence no período, com encargos e saldo anterior conferidos antes de qualquer emissão.
Pré-crítica
Validação de elegibilidade, duplicidade e capacidade antes de enviar — errar na emissão custa mais do que atrasar um dia.
Emissão
Geração da cobrança no meio contratado: arquivo de remessa, boleto, PIX, débito ou fatura.
Retorno
Leitura automática do que voltou — arquivo de retorno, webhook de liquidação ou confirmação da fonte pagadora.
Classificação
Cada parcela é enquadrada em liquidada, falha na fonte ou não liquidada — e segue por um caminho próprio.
Baixa e conciliação
Baixa das parcelas liquidadas e conciliação contra o valor efetivamente creditado em conta.
Saldo remanescente
Disponibilização para pagamento nos canais do cliente, com emissão de nova cobrança do saldo em aberto.
Recuperação
Régua de cobrança não contenciosa e, persistindo o não pagamento, encargos previstos em contrato.
O que acontece com cada parcela que volta.
É neste ponto que a maioria das operações perde dinheiro — no tratamento do que não foi liquidado integralmente.
Liquidada
Total ou parcialmente paga. Baixa dos montantes processados na posição do cliente e conciliação contra o crédito recebido em conta.
Falha na fonte
Não liquidada por motivo alheio à vontade do cliente: saldo insuficiente no débito, afastamento ou margem indisponível na folha, arquivo não processado, recebível que não veio. Entra em fila de reapresentação e cobrança alternativa.
Não liquidada
Cobrança emitida, disponível e não paga. Entra na régua de recuperação; persistindo até o ciclo seguinte, incidem os encargos previstos em contrato.
Cobrar pela causa, não pelo atraso
Tratar as três situações do mesmo jeito é o erro mais caro de qualquer carteira. Quem não pagou porque o débito não processou, porque a folha falhou ou porque o recebível não entrou não deve receber a mesma régua de quem simplesmente não pagou — deve receber reapresentação e aviso. Nosso motor separa as situações na origem, pelo motivo registrado no retorno, e aciona a régua correspondente. Isso preserva a relação, melhora a recuperação e evita cobrança indevida.
Três valores que precisam fechar entre si.
Conciliar só o retorno deixa metade do problema invisível. O batimento correto cruza três posições — e a diferença entre elas é, literalmente, dinheiro parado no caminho.
Previsto
O que deveria ser liquidado no período, segundo o contrato e a cobrança emitida.
Informado
O que o meio de liquidação declara ter processado — retorno bancário, confirmação da fonte pagadora ou webhook.
Recebido
O que efetivamente entrou em conta. É a posição que quase ninguém concilia — e onde a diferença aparece.
Régua orientada pelo motivo e pelo perfil.
Não contenciosa primeiro
Lembrete, negociação e canais digitais antes de qualquer medida formal. Recuperar bem mantém o cliente elegível para a próxima operação — e a carteira vale mais assim.
Parametrizável por carteira
Prazos, canais, tom e condições de acordo definidos por produto e por perfil de risco, dentro do que o seu contrato com o cliente permite.
Integrada à posição
A cobrança lê a mesma base da conciliação: ninguém é acionado por parcela já liquidada nem por valor que o meio de pagamento ainda não repassou.
Com trilha de evidências
Cada contato, acordo e pagamento fica registrado e auditável — insumo para prestação de contas e para eventual discussão judicial.
O que chega até você, todo mês, sem pedir.
- Posição consolidada da carteira, por produto e por cliente
- Conciliação tripla: previsto, informado, recebido e a diferença apurada
- Relatório de exceções, com o motivo de cada parcela não liquidada
- Taxa de liquidação efetiva, por meio de recebimento
- Posição da régua de recuperação, aging e resultado
- Arquivos de remessa e retorno arquivados e recuperáveis
- Prestação de contas ao cessionário, quando a carteira foi cedida
Produtos relacionados
Cessão e gestão de carteiras
Formação de lote, dossiê de lastro, formalização da cessão e prestação de contas ao cessionário.
Credit as a Service
Esteira completa e emissão de CCB e Nota Comercial com a sua marca na frente.
Motor de crédito
Política, alçadas e decisão automatizada, parametrizáveis por produto e por carteira.
Tem carteira rodando e a conta não fecha no fim do mês?
Traga os seus arquivos de retorno. A gente mostra onde está a diferença entre o que foi liquidado e o que chegou.